Pela primeira vez, em mais de 40 anos, as deliciosas e prolíferas cajás-umbus (três pés) que ladeiam a nossa casa lá da roça, sinalizaram que não vai haver safra. Novembro traz as flores, as abelhas, os mangangás e os inchuís, os quais fazem uma festa desde o alvor até o arrebol, polinizando-as e transmutando-as em frutos pequeninos, doirados, para daí a quatro meses proporcionar a uma gama de viventes, incluindo arapuás, marimbondos, abelhas, inchuís, passarinhos (os alados), formigas, catendes, bois, equinos, asininos, caprinos, ovinos, e a nós, humanos, o supra-sumo do mel agri-doce, desenjoativo, daqueles frutos orgásticos. Pus as minhas barbas brancas de molho...
Poder do demônio
Há 11 anos
Homem, lobo da natureza!
ResponderExcluirNão gostei da notícia. Estava nos meus planos saborear as cajás deliciosas agora no final do ano.
ResponderExcluirUm abraço.
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